Sábado, 7 de fevereiro de 2026, 22h.

Trabalho de ação corporal inédito, monólogo performativo compartilhado por Claudia Chelque pela primeira vez, PÁTRIA-MÃE-GENTIL se pauta na decolonialidade para refletirmos sobre o período do Brasil Colonial até a contemporaneidade. A ação propõe uma análise crítica acerca da nação que almejamos hoje nos corpos. A presença, discurso e corporeidade da artista questionam alguns dos principais marcos dessa nação brasileira, entre eles, as estigmatizações e preconceitos sofridos pelas comunidades LGBTQIAPN+, Negrxs, Indígenxs, sempre à margem da sociedade que perpetua, na sua contemporaneidade colonial racista e patriarcal, campos de vulnerabilidade e exclusão social que parecem infindáveis. Nessa performance Chelque nos convida a sonhar e reescrever o Brasil que precisamos e merecemos ter, abolindo tudo que impede de perpetuar justamente outras formas de ser e de amar. Chelque incorpora as poéticas e estéticas do Carnaval, com toda sua brasilidade libertadora e diversa, para mergulhar conosco numa das frentes que possibilitam um sonho coletivo, talvez, uma reconstrução na coletividade.

Idealização, corpo e texto: Claudia Chelque.
Direção: Celso Cássio.

Claudia Chelque (Rio de Janeiro, 1981)

Atriz performer que há 30 anos iniciou seus estudos no teatro, mas em razão de diversas intercorrências pausou sua carreira artística e retornou as artes cénicas em 2019, como Tradutora Intérprete de LIBRAS em caráter performativo.

Escritora das Antologias Literárias nacionais e internacionais da Apena Editora. Diretora teatral e diretora de Arte e Interpretação Teatral formada pela FIRJAN–SESI. Diretora de Acessibilidade e Inclusão. ; Diretora de LIBRAS dos projetos: FERA (com atuação de Carolina Ferman e Direção de Natasha Corbelino) e 1 Peça Cansada (com atuação e Direção de Natasha Corbelino); Diretora pioneira da pasta: Diversidade, inclusão e acessibilidade na Federação da Favelas do Estado do Rio de Janeiro (FAFERJ); em 2024 recebeu os títulos de Doutora Honoris Causa (DhC) em Inclusão na Arte e Embaixadora da Paz e Inclusão social pela FEBACLA.

Especialista em Análise do comportamento aplicada (ABA) pela UNIFHAE. Psicanalista, Neuro-psicopedagoga Clínica e Institucional pela Faveni. Mentora em inteligência emocional. Pedagoga Bilíngue (LIBRAS) e tradutora intérprete de LIBRAS formada pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).

Desde 2024 trabalha como performer em LIBRAS na Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades. Em 2025 participou do Laboratório Expandido de Cenas Curtas pelo Teatro SESI Duque de Caxias, em parceria com a Escola de Teatro Popular da Baixada. Foi performer em LIBRAS e Diretora de acessibilidade, juntamente com sua equipe denominada MÃOS QUE TRANSFORMAM, no Festival ATOS de Fala 2025, CCBB de Rio. Também participou na Residência Artística de Renato Rocha no Espaço ATO-ARTE-TECNOLOGIA (antiga casa de Machado de Assis) e na performance Latino-Americana: A CASA DOS CEM ANOS, inspirada nas obras de Gabriel Garcia Márquez e Frida Kahlo, apresentada em janeiro de 2026 como resultado da pesquisa.

Consultora em acessibilidade e inclusão de projetos culturais e eventos, Gestora de Projetos Culturais (MINC). Atuou como Conferencista em Relações Étnico-Raciais no G20 Brasil 2024 Voz da Transformação.

Personalidade Cultural Premiada pela Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro (FETAERJ, 2024), Prêmio Especial do Júri por unanimidade no 47º Festival Paschoalino de Teatro, como Atriz-Intérprete de LIBRAS na obra NADA ME AFLIGE – MADE IN FAVELA da Companhia Contra Bando de Teatro. Prêmio Argentino: Nevado Solidario de Oro (2022-2025) como profissional destaque em acessibilidade e inclusão multilíngue na arte performativo.

@Claudiachelqueoficial

 

Celso Cássio (1996, Belford Roxo)

Cássio teve sua trajetória modificada ao conhecer o teatro aos 18 anos numa ONG na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Desde então, o artista atuou em mais de 30 espetáculos, passou pela Escola de Teatro Martins Pena e se formou em Teatro pela ESAD. Integrou o projeto Retomada do Teatro Negro pela FIRJAN-SESI 2025, com autoria do grupo Emú e Sol Miranda, em colaboração com diverses artistes, onde Cassio pôde reafirmar o lugar do protagonismo Negro no Teatro. Em 2025 produziu o espetáculo Mael – Meu Nome é Ismael Ivo, sobre a trajetória do multiartista e dançarino paulista, premiado internacionalmente. Estuda Produção Audiovisual na UNESA e Psicologia na UERJ, onde participa do Coletivo Negro Neusa Santos. Assina seu primeiro trabalho de direção com PÁTRIA MÃE- GENTIL, além de performar essa narrativa em cena juntamente com Chelque

@celsocassio

Celso Cássio (Belford Roxo, 1996)

Cássio teve sua trajetória modificada ao conhecer o teatro aos 18 anos numa ONG na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Desde então, o artista atuou em mais de 30 espetáculos, passou pela Escola de Teatro Martins Pena e se formou em Teatro pela ESAD. Integrou o projeto Retomada do Teatro Negro pela FIRJAN-SESI 2025, com autoria do grupo Emú e Sol Miranda, em colaboração com diverses artistes, onde Cassio pôde reafirmar o lugar do protagonismo Negro no Teatro. Em 2025 produziu o espetáculo Mael – Meu Nome é Ismael Ivo, sobre a trajetória do multiartista e dançarino paulista, premiado internacionalmente. Estuda Produção Audiovisual na UNESA e Psicologia na UERJ, onde participa do Coletivo Negro Neusa Santos. Assina seu primeiro trabalho de direção com PÁTRIA MÃE- GENTIL, além de performar essa narrativa em cena juntamente com Chelque. @celsocassio